A deficiência óssea nos rebordos alveolares, muitas vezes impossibilita a colocação de implantes para a reabilitação protética. Muitas técnicas foram desenvolvidas para a recuperação destes defeitos. Ossos de animais como o osso bovino foi largamete difundido e usado por anos, ossos autógenos, aqueles que se extrai do próprio paciente tambem são comuns. Até mesmo materiais biológicos de outra natureza foram testados. Embora alguns autores defendam o uso destes materiais, atualmante no Brasil foi sancionada na lei de transplantes a utilização de ossos humanos, captados e tratados por central de transplante da Universidade de Marília em São Paulo. A UNIOSS, segmento responsável pela coleta e distribução destes ossos. Os profissionais que utilizam estes ossos passam por um credenciamento, administrado pelo Ministério da Saúde, e podem solicitar os enxertos a serem utilizados nos seus pacientes. A vantagem deste tipo de enxerto, é que o paciente não precisa se submeter a duas cirurgias, sendo a primeira para a coleta do seu próprio osso, que é um procedimento desconfortável. outra vant;agem é que a reabsorção do osso enxertado é tres vezes menor que qualquer outro tipo de enxerto, isto porque os locais de onde são colhidos são mais compatíveis com a área receptora.
O procedimento é realizado por meio de uma autorização do paciente a receber o enxerto, enseguida esta solicitação é rastreada pelo Ministério da Saude para que não haja comércio destes ossos. O pagamento é feio diretamente ao Banco de ossos, pelo paciente.
A cirurgia leva em torno de vinte a trinta minutos, depenendo da área e da extensão do defeito. Esta é uma cirurgia feita sob anestesia local em consultório, o que permita ao paciente dirigir-se à sua residência após o procedimento.